Você ganhando dinheiro

Você ganhando dinheiro!

Uma abordagem prática sobre as formas de ganhar dinheiro na vida, de forma honesta, e com trabalho.

Porém esse trabalho não precisa necessariamente ser difícil.

Vamos falar sobre empregos e empregabilidade.

Vamos falar sobre empreendimentos. Sobre você empreendendo.

Vamos falar sobre finanças. Gestão das finanças pessoais. Gestão das finanças de seus empreendimentos.

Vamos falar sobre patrimônio, preservação e crescimento.

Vamos falar sobre a “cabala do dinheiro”, com base na percepção judaica sobre riqueza e mercado.

Vamos falar sobre como montar um negócio digital, um empreendimento online.

E muitas outras oportunidades...

Este site faz parte de uma blogosfera que visa o ser de forma integral: corpo, mente e espírito.

Como ninguém vive de brisa o dinheiro é um capítulo importante no EQUILÍBRIO, nossa palavra de ordem, desse tripé corpo, mente e espírito.

Conheça as demais abordagens através dos links disponibilizados no final desta página.

Como já mencionamos o dinheiro é um elemento importante. A maioria dos projetos de vida fica só no sonho se a gente não tiver dinheiro para financiá-los.

Entendemos dinheiro como um meio e não um fim em si mesmo.

O dinheiro como um fim é problema. Gera e alimenta ganância, egoísmo e outras coisas muito discutíveis.

O dinheiro como um meio não significa “não acumular riquezas”. Não existe nenhum problema em acumular riquezas.

O problema é não repartir essas riquezas.

E não estamos falando de dar tudo de graça. Ajuntar um monte pra ficar pobre de novo e começar tudo outra vez. Não. O conceito é bem diferente.

Na série “A Cabala do Dinheiro” detalharemos bastante essa visão.

A riqueza tem objetivos por si só. Independentemente da gente ou de você. Ela deve edificar, construir, proporcionar um mundo melhor pra todos. Por isso sua construção e distribuição contínua é imperiosa.

Onde não há distribuição de riqueza há sofrimento anormal.

Aqui vamos estimular, orientar, conversar e trocar ideias sobre como cada um de nós pode e deve construir riquezas.

Cada um dos itens mencionados no início deste artigo será aprofundado com esta visão: construir e distribuir riqueza.

Todo mundo deve ter o direito de viver melhor, cada vez melhor. Não recebendo as coisas de graça. Mas também não sendo explorado, escravizado, abusado...

O mercado tem várias dimensões e não perdoa a postura equivocada diante dele. Tudo volta como um bumerangue, mesmo que atinja a próxima geração e não a nossa.

O conceito de mercado também não é o comum que conhecemos.

“Mercado é onde gira a capacidade de sobrevivências dos indivíduos de acordo com sua própria percepção de sobrevivência. Sua sobrevivência é sua capacidade de arcar com seu sustento físico e com suas responsabilidades”. *

Então perceba que a distribuição de riqueza não é somente “dar” dinheiro a algum necessitado, mas promover indivíduos em suas capacidades de sustento e responsabilidades. É colaborar com o desenvolvimento contínuo do mercado.

Nesse contexto, empreender é fundamental. Os empreendimento, de qualquer tamanho que sejam, proporcionam oportunidades de negócios.

Negócios é o que movimenta o mercado.

Lembrando que um Negócio pode ser o seu emprego, não necessariamente seu empreendimento, embora nosso conceito que todos devemos ser empreendedores, mesmo como empregados.

A relação Capital x Trabalho em suas várias teorias e em seu desenvolvimento durante os tempos nem sempre colaborou ou colabora com essas visões aqui colocadas.

Mas como dissemos, o mercado cobra, e muitas vezes colhemos frutos amargos, como indivíduos, povos, comunidades, nações, etc... de condutas equivocadas em relação a esse mercado.

Temos muito assunto, muita polêmica, mas acima de tudo muita informação, conteúdo e oportunidades.

Nosso foco deverá sempre buscar a positividade nesses temas por vezes controversos.

Afinal queremos ver “você ganhando dinheiro”, e o nome deste site não existe por acaso:

YouWinningMoney

Sucesso é o que desejamos pra você.

* A Cabala do Dinheiro, Nilton Bonder, Imago Editora, 2004, pg 13